

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 20mg | 360 comprimidos | €1,10 | €394,83 Melhor Preço | |
| 20mg | 180 comprimidos | €1,22 | €219,21 | |
| 20mg | 120 comprimidos | €1,35 | €161,91 | |
| 20mg | 90 comprimidos | €1,49 | €134,51 | |
| 20mg | 60 comprimidos | €1,66 | €99,63 | |
| 20mg | 30 comprimidos | €2,08 | €62,27 | |
| 40mg | 360 comprimidos | €1,59 | €574,19 Popular | |
| 40mg | 180 comprimidos | €1,78 | €320,10 | |
| 40mg | 120 comprimidos | €1,97 | €236,64 | |
| 40mg | 90 comprimidos | €2,20 | €198,03 | |
| 40mg | 60 comprimidos | €2,43 | €145,72 | |
| 40mg | 30 comprimidos | €3,03 | €90,91 | |
| 80mg | 90 comprimidos | €3,89 | €349,99 | |
| 80mg | 60 comprimidos | €4,32 | €259,06 | |
| 80mg | 30 comprimidos | €5,39 | €161,91 |
O Telmisartana pode tratar minha hipertensão sem prejudicar meus rins?
Telmisartana é um fármaco da classe dos antagonistas dos receptores da angiotensina II (ARA II), conhecidos como sartans. Atua bloqueando os efeitos da angiotensina II nos receptores AT1, resultando em vasodilatação e redução da resistência vascular peripheral. O ansiolítico diminui a pressão arterial e pode reduzir a formação de danos vasculares a longo prazo. A administração é via oral e, na prática clínica, costuma ser bem tolerado quando utilizado conforme prescrição.
Além do controle da pressão, a telmisartana pode oferecer proteção cardiovascular em pacientes com fatores de alto risco, como hipertensão associada a comorbidades. Do ponto de vista farmacocinético, apresenta absorção relativamente estável com pico plasmático em algumas horas, metabolismo hepático limitado e eliminação predominantemente biliar, com meia-vida que favorece esquemas de dose únicos ou diários conforme a necessidade clínica.
Telmisartana é indicada para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica, visando normalizar valores pressóricos e reduzir o risco futuro de complicações cardiovasculares. Pode ser utilizada como monoterapia ou em combinação com outros antihipertensivos, conforme resposta individual do paciente.
Em pacientes com comorbidades, como diabetes mellitus tipo 2 ou doença renal crônica estável, a telmisartana pode ser empregada para atingir metas pressóricas e oferecer proteção vascular adicional. A decisão terapêutica leva em conta função renal e hepática, bem como a presença de fatores de risco cardiovascular. A adesão ao regime terapêutico e a monitorização clínica são elementos centrais para eficácia e segurança.
As diretrizes clínicas costumam recomendar titulação gradativa da dose e ajuste de acordo com a resposta pressórica e tolerabilidade. Evite descontinuar abruptamente o tratamento sem orientação médica, pois isso pode favorecer elevação repentina da pressão e maior risco de complicações cardiovasculares.
Telmisartana é contraindicada durante a gravidez, devido ao potencial de dano fetal grave. Também não é recomendado durante a lactação, pois pode passar para o leite materno e afetar o recém-nascido. A sensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer excipiente do medicamento também constitui contraindicação.
Pacientes com estenose de artéria renal bilateral ou com função renal dependente do sistema renina-angiotensina podem apresentar piora da função renal ao usar ARBs, devendo ser cuidadosamente avaliados e monitorados. Em casos de hipovolemia, desidratação ou diurese excessiva, há maior risco de hipotensão sintomática e queda da perfusão renal.
Precauções adicionais incluem uso com aliskiren em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 ou com doença renal; nesta população, a combinação é contraindicada. Em hepatopatia grave, pode ocorrer elevação de enzimas hepáticas ou hepatotoxicidade rara, exigindo vigilância clínica e laboratorial. Pessoas idosas podem apresentar resposta hemodinâmica mais pronunciada; ajuste cuidadoso da dose é recomendado. Crianças e adolescentes devem ser avaliados com cautela, pois a experiência de uso ainda é limitada em faixas etárias mais jovens.
Reações adversas comuns incluem tontura, sensação de cabeça leve e fadiga, especialmente no início do tratamento ou com aumentos de dose. Dor de cabeça leve e rubor facial também podem ocorrer conforme o paciente se adapta ao novo regime antihipertensivo.
Reações menos frequentes abrangem náusea, diarreia, alterações laboratoriais transitórias (creatinina ou potássio plasmático ligeiramente alterados) e desconforto abdominal. Hipercalemia é possível, sobretudo em pacientes com função renal comprometida ou uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio.
• Angioedema é uma reação rara, mas potencialmente grave, exigindo avaliação imediata. Outros eventos graves, como lesões hepáticas ou hipotensão sintomática grave, são incomuns e costumam ocorrer em contextos de desidratação severa, interações medicamentosas ou uso abusivo de dose.”
Interações relevantes incluem aumento do risco de hiperpotassememia com diuréticos poupadores de potássio (amilorídeo, triantereno) e suplementos de potássio. A combinação com NSAIDs pode reduzir a eficácia antihipertensiva e aumentar o risco de deterioração da função renal.
A associações com lítio podem exigir monitorização de níveis plasmáticos, pois há potencial de alterações do equilíbrio iônico e da função neurológica. A combinação com aliskiren em pacientes com diabetes mellitus ou com doença renal é contraindicada. Além disso, alterações na função renal ou na pressão arterial podem exigir ajuste de dose com outros anti-hipertensivos usados concomitantemente.
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