

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 4mg | 360 comprimidos | €1,37 | €492,25 Melhor Preço | |
| 4mg | 180 comprimidos | €1,46 | €261,94 | |
| 4mg | 120 comprimidos | €1,52 | €182,21 | |
| 4mg | 90 comprimidos | €1,63 | €146,78 | |
| 4mg | 60 comprimidos | €1,75 | €105,02 | |
| 4mg | 30 comprimidos | €1,92 | €58,20 | |
| 5mg | 360 comprimidos | €1,49 | €537,81 | |
| 5mg | 180 comprimidos | €1,58 | €284,72 | |
| 5mg | 120 comprimidos | €1,66 | €198,67 | |
| 5mg | 90 comprimidos | €1,78 | €160,70 | |
| 5mg | 60 comprimidos | €1,90 | €113,88 | |
| 5mg | 30 comprimidos | €2,10 | €63,26 | |
| 5mg | 10 comprimidos | €2,53 | €25,30 | |
| 10mg | 360 comprimidos | €2,23 | €802,29 Popular | |
| 10mg | 180 comprimidos | €2,37 | €426,45 | |
| 10mg | 120 comprimidos | €2,48 | €297,37 | |
| 10mg | 90 comprimidos | €2,66 | €239,16 | |
| 10mg | 60 comprimidos | €2,83 | €169,56 | |
| 10mg | 30 comprimidos | €3,13 | €93,63 | |
| 10mg | 10 comprimidos | €4,43 | €44,28 |
Entre os sintomas que costumam levar pacientes a buscar tratamento com montelucaste estão chiado no peito, dificuldade para respirar, tosse persistente e sensação de aperto no peito durante a asma. Em muitos casos de rinite alérgica, espirros frequentes, nariz entupido e coceira nasal também aparecem como queixas comuns. Montelucaste é um medicamento oral utilizado principalmente como tratamento de manutenção para controlar a inflamação das vias aéreas e reduzir a resposta a alergênicos. Trata-se de um agente que atua bloqueando um mediador inflamatório ligado aos processos alérgicos, oferecendo uma opção adicional aos regimes de manejo da asma e da rinite.
Montelucaste é um antagonista do receptor de leucotrienos, administrado por via oral, que atua na inflamação das vias aéreas. Ao bloquear o receptor CysLT1, ele diminui a vasodilatação, o aumento de muco e a inflamação associada a alergias e ao quadro asmático. Não funciona como medicamento de socorro durante uma crise aguda, e sim como uma opção de controle a longo prazo, muitas vezes associada a outros tratamentos inhalatórios.
A ação do Montelucaste reduz a resposta inflamatória que contribui para sintomas diurnos e noturnos. Com o uso contínuo, pacientes costumam perceber menos sintomas durante o dia, menos despertares noturnos e uma menor necessidade de broncodilatadores de ação rápida. Em alguns casos, pode facilitar a redução de outros medicamentos de uso diário, sempre sob supervisão médica.
Do ponto de vista farmacocinético, o medicamento é absorvido pelo trato gastrointestinal, com pico plasmático em horas após a administração. É amplamente metabolizado no fígado e eliminado principalmente pela bile. A presença de doença hepática pode alterar esse metabolismo, por isso o médico pode ajustar cuidados em pacientes com compromissos hepáticos. Montelucaste não é indicado para tratar ataques agudos de asma.
No manejo da asma crônica leve a moderada, o montelucaste é utilizado como terapia de manutenção, especialmente em crianças pequenas ou em pacientes que preferem evitar ou reduzir o uso de corticosteroides inalatórios. Ele ajuda a manter o controle inflamatório diário, contribuindo para menos sintomas e menos dependência de alívio imediato.
Para rinite alérgica sazonal ou perene, o montelucaste pode reduzir espirros, congestão nasal e coceira ocular, melhorando a qualidade de vida durante a primavera, outono ou períodos de alérgenos persistentes. Em muitos casos, ele atua de forma complementar a outras medidas de controle ambiental e anti-histamínicos.
Além disso, o montelucaste pode ser empregado na prevenção do broncoespasmo induzido por exercício. Embora possa oferecer benefício quando tomado de forma contínua, ele não substitui o broncodilatador de resgate. A decisão de usar montelucaste para EIB depende da avaliação clínica individual e das preferências do paciente.
O montelucaste é administrado por via oral uma vez ao dia, comumente à noite, e pode ser tomado com ou sem alimento. A forma de apresentação varia conforme a idade e a prescrição clínica: comprimidos, comprimidos mastigáveis ou granulados orais podem estar disponíveis em diferentes dosagens. O esquema específico deve ser seguido exatamente conforme orientação médica.
Os granulados orais podem ser misturados com alimento macio, como purê de maçã, para facilitar a ingestão em crianças ou pacientes com dificuldade de engolir. A dose e a duração do tratamento são determinadas pelo médico, levando em consideração idade, peso, condições clínicas e resposta ao tratamento. Não há necessidade de adaptação de horário por refeições, desde que mantida a regularidade diária.
É essencial entender que o montelucaste não deve ser usado para tratar crises agudas de asma. A adesão ao regime diário é crucial para o controle inflamatório a longo prazo. Caso haja piora dos sintomas ou falha de controle, o paciente deve procurar orientação médica para reavaliação do tratamento.
Antes de iniciar o montelucaste, informe-se sobre alergias a qualquer componente do medicamento, além de doenças hepáticas ou renais. O médico pode solicitar ajuste de dose ou monitoramento especial nesses casos. Informe também sobre outros fármacos em uso, incluindo suplementos, para evitar interações.
Alguns relatos de alterações de humor, irritabilidade, agitação ou ideias de alterações comportamentais ocorreram em alguns pacientes, incluindo crianças. Se houver mudanças perceptíveis no humor, comportamento ou sono, procure orientação médica rapidamente. Em casos raros, reações alérgicas graves podem ocorrer e exigir atendimento emergencial.
Interações com outros medicamentos podem ocorrer, especialmente com fármacos que afetam o metabolismo hepático. Informe ao médico sobre qualquer medicamento anticonvulsivante, antibiótico ou fármaco que altere enzimas do fígado. Gravidez e lactação requerem avaliação de risco/benefício com orientação do profissional de saúde.
Entre os efeitos mais frequentes estão dor de cabeça, dor abdominal, diarreia, gripe ou infecção respiratória leve, tosse e dor de garganta. Erupções leves na pele ou sensação de fadiga também podem ocorrer, geralmente de maneira transitória.
Em alguns pacientes, podem aparecer alterações de humor, irritabilidade ou alterações no sono. Reações menos comuns, porém relevantes, incluem tontura, vômitos ou erupção cutânea persistente. Reações alérgicas graves são raras, mas exigem atenção médica imediata, especialmente se houver inchaço facial, dificuldade de respiração ou falar.
Se os efeitos colaterais forem bothersome, persistirem ou se surgirem novos sintomas, consulte o médico. Não interrompa o tratamento abruptamente sem orientação profissional, pois a continuidade do uso é importante para o controle da inflamação a longo prazo. Qualquer dúvida sobre tolerância, interações ou ajuste de dose deve ser discutida com um profissional de saúde.
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