

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 400mg | 180 comprimidos | €1,58 | €315,60 €284,04 Melhor Preço Popular | |
| 400mg | 120 comprimidos | €1,69 | €224,64 €202,17 | |
| 400mg | 90 comprimidos | €1,81 | €180,53 €162,48 | |
| 400mg | 60 comprimidos | €1,95 | €129,54 €116,59 | |
| 400mg | 30 comprimidos | €2,17 | €73,03 €65,73 |
Mesalazina é o princípio ativo utilizado no tratamento de doenças inflamatórias do intestino. Atua como anti-inflamatório local, concentrando-se na mucosa do cólon e do íleo terminal. Por isso é indicada para colite ulcerativa e, em alguns casos, para formas de doença de Crohn com afecção intestinal distal.
Esse composto pertence aos 5-aminossalilatos (5-ASA). Existem várias formas de apresentação: comprimidos com revestimento entérico, que liberam o fármaco no intestino, e preparações retidas para uso retal, como supositórios ou enemas. A escolha depende da extensão da inflamação e da área a ser alcançada.
O mecanismo exato não é totalmente conhecido, mas a mesalazina reduz a inflamação local pela inibição de mediadores inflamatórios e pela diminuição da produção de prostaglandinas na mucosa intestinal. Ela também pode modular citocinas e reduzir o dano oxidativo na mucosa.
O efeito é mais evidente quando o fármaco chega diretamente à mucosa afetada. Por isso, as formulações entéricas são usadas para evitar a degradação pelo estômago. Em termos práticos, o benefício aparece com melhora de sintomas como dor abdominal, diarreia e sangramento ao longo de algumas semanas de tratamento.
A posologia depende da forma farmacêutica e do quadro clínico. Em geral, os comprimidos com liberação entérica são tomados conforme orientação médica, com ou sem alimento, seguindo a dose prescrita. Em alguns casos, o tratamento dura várias semanas para alcançar remissão.
Para uso retal, os supositórios ou enemas são aplicados diretamente no reto, conforme instruções. Esses produtos são especialmente úteis quando a inflamação é mais baixa no cólon. Em muitos planos, pode ser recomendado combinar uma forma oral com uma retenção retal para cobrir toda a extensão da mucosa.
É fundamental não interromper o tratamento sem orientação médica, mesmo que os sintomas melhorem. O acompanhamento médico é essencial, com possível monitoramento de função renal e hepática durante uso prolongado.
Os efeitos mais comuns são dor de cabeça, náusea, dor abdominal, diarreia leve e flatulência. Em muitos casos, esses desconfortos param com o tempo ou com ajuste de dose.
Podem ocorrer alterações na função renal ou hepática, especialmente com uso prolongado. Erupções cutâneas, tontura ou mal-estar geral também podem aparecer. Caso haja urina escura, icterícia, inchaço ou dificuldade respiratória, procure atendimento médico imediato.
Quem tem alergia a salicilatos ou a qualquer componente da formulação não deve usar mesalazina. Pessoas com doença renal grave ou com histórico de problemas hepáticos precisam de orientação médica cuidadosa.
Gravidez e lactação devem ser discutidas com o médico. Em alguns casos, a mesalazina pode ser usada, mas requer ajuste de dose e monitoramento. Informar todas as medicações em uso, pois podem ocorrer interações com outros anti-inflamatórios, antibióticos e suplementos.
Para quem sofre de inflamação intestinal, a mesalazina oferece uma opção com boa tolerância e efeito direto na mucosa. Ela costuma ser eficaz na remissão da doença e na manutenção da remissão, com menos riscos de efeitos colaterais sistêmicos que outros anti-inflamatórios.
A escolha entre forma oral ou retal depende da extensão da inflamação e da resposta individual. Com acompanhamento médico, é possível ajustar a dose, combinar formas de administração e planejar o tempo de tratamento. Armazenar em local seco, protegido da luz e seguir as instruções do fabricante garante a estabilidade do produto.
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