

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 25mg | 360 comprimidos | €0,87 | €349,92 €314,93 Melhor Preço | |
| 25mg | 180 comprimidos | €0,97 | €194,40 €174,96 | |
| 25mg | 120 comprimidos | €1,07 | €143,02 €128,71 | |
| 25mg | 90 comprimidos | €1,20 | €119,41 €107,47 | |
| 25mg | 60 comprimidos | €1,34 | €88,86 €79,97 | |
| 25mg | 30 comprimidos | €1,66 | €55,53 €49,98 | |
| 50mg | 180 comprimidos | €1,46 | €292,99 €263,69 | |
| 50mg | 120 comprimidos | €1,56 | €208,28 €187,45 | |
| 50mg | 90 comprimidos | €1,69 | €169,40 €152,46 | |
| 50mg | 60 comprimidos | €1,90 | €126,35 €113,72 | |
| 50mg | 30 comprimidos | €2,34 | €77,75 €69,97 | |
| 100mg | 180 comprimidos | €1,67 | €334,65 €301,18 | |
| 100mg | 120 comprimidos | €1,77 | €236,05 €212,45 | |
| 100mg | 90 comprimidos | €2,04 | €204,12 €183,70 | |
| 100mg | 60 comprimidos | €2,45 | €163,85 €147,46 | |
| 100mg | 30 comprimidos | €3,27 | €109,69 €98,72 | |
| 200mg | 120 comprimidos | €3,59 | €477,68 €429,91 | |
| 200mg | 90 comprimidos | €3,81 | €381,86 €343,67 | |
| 200mg | 60 comprimidos | €4,36 | €290,21 €261,19 | |
| 200mg | 30 comprimidos | €5,56 | €186,06 €167,46 | |
| 300mg | 90 comprimidos | €5,11 | €511,00 €459,90 Popular | |
| 300mg | 60 comprimidos | €5,50 | €366,59 €329,93 | |
| 300mg | 30 comprimidos | €6,91 | €230,50 €207,45 |
Quetiapina funciona para esquizofrenia ou transtorno bipolar?
Sim. A quetiapina é um antipsicótico atípico que atua modulando receptores de dopamina e serotonina no cérebro, o que ajuda a reduzir sintomas como alucinações, delírios e alterações de humor. Também pode contribuir para uma maior estabilidade emocional ao longo do tratamento, especialmente quando os episódios são graves.
Além disso, pode apresentar efeito sedativo, útil para quem tem dificuldade para dormir devido a ansiedade ou irritabilidade associadas à doença, especialmente no início do tratamento. Contudo, esse efeito não substitui a terapia médica de base nem o monitoramento clínico contínuo.
A quetiapina é um medicamento antipsicótico atípico disponível em comprimidos de diferentes dosagens. Ela age em caminhos neurais que envolvem dopamina e serotonina, neurotransmissores centrais na regulação do humor, do pensamento e da percepção. Por essa razão, seu uso se concentra em distúrbios com sintomas psicóticos ou episodicamente graves de humor.
Não é um remédio de cura; trata-se de um instrumento terapêutico que deve ser usado sob supervisão médica, com ajuste de dose conforme diagnóstico, resposta e tolerância. A decisão de iniciar, manter ou ajustar o tratamento envolve avaliação clínica contínua, incluindo monitoramento de efeitos adversos e de comorbidades.
As indicações mais comuns incluem esquizofrenia, onde ajuda a reduzir delírios, alucinações e comportamentos desorganizados. Em transtorno bipolar, é empregada tanto no manejo de crises de mania/hipomania quanto na manutenção a longo prazo para prevenir recaídas, em combinação com outras estratégias terapêuticas.
Para depressão maior, a quetiapina pode ser usada como complemento ao antidepressivo quando a resposta isolada é insuficiente. Em algumas situações, também pode ser considerada para transtornos de ansiedade ou insônia associada a transtornos psicológicos, sempre sob orientação clínica estrita e com avaliação de riscos e benefícios.
Contraindicações formais incluem alergia conhecida à quetiapina ou a qualquer componente da formulação. Em gravidez e lactação, o uso só deve ocorrer se o benefício justificar os riscos, com decisão compartilhada entre paciente e médico; a quetiapina pode afetar o desenvolvimento fetal e a lactação.
Precauções especiais: em idosos com demência, antipsicóticos atípicos estão associados a maior mortalidade; a quetiapina requer avaliação cuidadosa e monitoramento de sinais clínicos. O medicamento pode provocar queda de pressão arterial ao levantar, especialmente no início, aumentando o risco de quedas. Além disso, há potencial ganho de peso e alterações metabólicas (glicose e lipídios) com uso prolongado, exigindo acompanhamento periódico.
Pacientes com doença hepática precisam de ajuste de dose e monitoramento de enzimas hepáticas; o álcool deve ser evitado devido à sedação adicional e ao potencial de depressão respiratória. Doenças cardíacas, epilepsia ou histórico de convulsões também requerem avaliação prévia, pois podem influenciar a segurança e a eficácia do tratamento. Gravidez, lactação e uso em crianças/adolescentes devem ser sempre discutidos com o médico responsável.
Entre os efeitos muito comuns (frequentes nos primeiros dias a semanas) estão sonolência intensa, tontura ao levantar (hipotensão ortostática), boca seca, ganho de peso e aumento do apetite. Esses sintomas costumam reduzir com o tempo, mas podem exigir ajustes de dose ou horário de uso.
Entre os efeitos comuns, podem ocorrer náusea, constipação, cefaleia, visão embaçada e alterações no sono. A hipotensão ortostática pode persistir para algumas pessoas, especialmente ao iniciar o tratamento, exigindo cautela ao mudar de posição e orientação sobre atividades que exigem alerta.
Distúrbios do movimento menos frequentes — como tremor ou sensação de inquietação — podem surgir em alguns pacientes. Em uso prolongado, alterações metabólicas (elevação de glicose e lipídios) são possíveis, especialmente quando há fatores de risco pré-existentes. Em casos raros, pode ocorrer edema; pacientes com histórico de doença hepática devem monitorar enzimas com cuidado.
Raros e graves incluem síndrome neuroléptico maligno, arritmias cardíacas e convulsões em indivíduos predispostos. Também podem aparecer hipersensibilidade grave, elevação de enzimas hepáticas ou alterações significativas no equilíbrio de eletrólitos. Se surgirem febre alta, rigidez muscular, confusão, fraqueza súbita ou dor no peito, procure atendimento médico imediato.
A quetiapina é principalmente metabolizada pelo CYP3A4. Inibidores fortes dessa via (como cetoconazol, itraconazol, ritonavir) podem aumentar a concentração de quetiapina, elevando o risco de efeitos adversos e sonolência. Indutores (rifampicina, carbamazepina) reduzem as concentrações plasmáticas e podem diminuir a eficácia do tratamento.
Combinações que prolongam o intervalo QT ou afetam eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) aumentam o risco de arritmias; assim, é essencial revisar toda a lista de fármacos com o médico, incluindo suplementos. Fármacos sedativos, álcool e outros depressores do sistema nervoso central podem intensificar a sonolência e a hipotensão; evitar uso concomitante sem orientação profissional.
É fundamental informar ao médico sobre todos os medicamentos atuais, incluindo antidepressivos, antipsicóticos adicionais, anticonvulsivantes e ervas. Gravidez, lactação e condições médicas pré-existentes requerem avaliação de risco-benefício; alterações de dose ou mudanças terapêuticas devem ser realizadas sob supervisão clínica para garantir segurança e eficácia.
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