

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 30mg | 360 comprimidos | €1,04 | €467,05 €373,64 Melhor Preço | |
| 30mg | 180 comprimidos | €1,12 | €253,04 €202,43 | |
| 30mg | 120 comprimidos | €1,24 | €185,87 €148,70 | |
| 30mg | 90 comprimidos | €1,35 | €151,51 €121,21 | |
| 30mg | 60 comprimidos | €1,47 | €110,89 €88,71 | |
| 30mg | 30 comprimidos | €1,61 | €60,91 €48,72 | |
| 60mg | 360 comprimidos | €1,29 | €579,52 €463,62 | |
| 60mg | 180 comprimidos | €1,35 | €303,03 €242,42 | |
| 60mg | 120 comprimidos | €1,56 | €234,30 €187,44 | |
| 60mg | 90 comprimidos | €1,71 | €192,12 €153,70 | |
| 60mg | 60 comprimidos | €1,92 | €143,70 €114,96 | |
| 60mg | 30 comprimidos | €2,20 | €82,78 €66,22 | |
| 90mg | 360 comprimidos | €1,74 | €781,03 €624,83 Popular | |
| 90mg | 180 comprimidos | €1,81 | €407,69 €326,15 | |
| 90mg | 120 comprimidos | €1,85 | €278,04 €222,43 | |
| 90mg | 90 comprimidos | €1,94 | €218,68 €174,94 | |
| 90mg | 60 comprimidos | €2,04 | €153,07 €122,46 | |
| 90mg | 30 comprimidos | €2,17 | €81,21 €64,97 | |
| 120mg | 180 comprimidos | €2,57 | €579,52 €463,62 | |
| 120mg | 120 comprimidos | €2,70 | €404,57 €323,65 | |
| 120mg | 90 comprimidos | €2,84 | €318,65 €254,92 | |
| 120mg | 60 comprimidos | €3,04 | €228,05 €182,44 | |
| 120mg | 30 comprimidos | €3,55 | €132,76 €106,21 |
Diltiazem Cloridrato é um bloqueador de canais de cálcio não diidropiridínico (classe IV) que atua inibindo o influxo de cálcio através dos canais de cálcio tipo L, principalmente nos tecidos cardíaco e vascular. O seu principal uso terapêutico envolve o tratamento de angina estável, hipertensão arterial e determinadas arritmias cardíacas por meio da diminuição da condução AV, da contratilidade miocárdica e da vasodilatação periférica.
A farmacodinâmica do fármaco reduz a demanda de oxigênio pelo miocárdio e aumenta o fluxo sanguíneo coronário quando indicado, promovendo alívio da angina e redução da pressão arterial. Diferentes formulações permitem manter níveis plasmáticos estáveis, facilitando a adesão terapêutica em regimes de longo prazo. A farmacocinética varia conforme a via de administração e a função hepática; a eliminação é predominantemente hepática, com metabolismo mediado pelo citocromo P450, o que influencia a meia-vida e as estratégias de ajuste de dose em pacientes com comorbidades hepáticas.
Neste contexto, o Diltiazem Cloridrato pode ser utilizado como parte de esquemas terapêuticos que visam controle de ritmo cardíaco e redução da pressão arterial, exigindo monitorização clínica regular de frequência cardíaca, pressão arterial e estado hemodinâmico. Em adultos, a escolha entre liberação imediata, liberação prolongada ou via intravenosa depende da gravidade da condição, da necessidade de controle rápido de sinais vitais e da tolerabilidade individual ao fármaco.
As indicações clássicas incluem angina estável e angina vasoespástica, nas quais o fármaco reduz a demanda de oxigênio e favorece o fluxo coronário, contribuindo para alívio dos episódios de dor torácica. Também é empregado para controle de frequência em arritmias supraventriculares, especialmente fibrilação atrial ou flutter com resposta ventricular rápida, quando a condução nodal precisa ser retardada para normalizar o ritmo.
No manejo da hipertensão, o diltiazem pode ser empregado isoladamente ou em associação a outros anti-hipertensivos, particularmente em pacientes com comorbidades que se beneficiam do efeito antiarrítmico. Em pacientes com condições cardíacas específicas, o uso requer avaliação de interações com beta-bloqueadores, digoxina e outros fármacos que deprimem a condução ou a contractilidade. A forma de liberação prolongada facilita a manutenção de resposta estável ao longo do dia.
As formulações intravenosas são reservadas ao contexto hospitalar, para controle rápido de taquiarritmias ou de pressão arterial grave, com monitorização contínua. Em todos os cenários, a terapêutica deve ser individualizada com base na resposta clínica, na comorbidade subjacente e na tolerabilidade do paciente, observando-se precauções de dose e de tempo de administração.
A posologia varia com a indicação e a formulação. Comprimidos de liberação prolongada costumam ser tomados uma vez ao dia, ou conforme prescrição, geralmente com água; comprimidos de liberação imediata podem exigir administração em duas a três vezes ao dia, conforme necessidade clínica e tolerabilidade. Em idosos ou pacientes com comorbidades, ajustes graduais são recomendados para minimizar hipotensão e efeitos adversos.
A via intravenosa é empregada apenas em ambiente hospitalar, para manejo rápido de elevação de frequência ventricular em arritmias ou de hipertensão não controlada. A infusão é acompanhada de monitorização contínua da pressão arterial, da frequência cardíaca e do ritmo, com ajuste da dose de acordo com a resposta clínica e a tolerância do paciente.
Recomenda-se não esmagar, partir ou mastigar comprimidos de liberação prolongada; engolir inteiro com líquido. Tomar o fármaco durante as refeições pode reduzir desconforto gastrointestinal, conforme orientação médica. Evitar alterações de dose sem supervisão clínica e evitar concomitante ingestão de álcool em excesso, que pode potencializar quedas de pressão e tontura. A grapefruit e o suco de grapefruit devem ser evitados, pois podem elevar as concentrações plasmáticas do fármaco devido à inibição de metabolização hepática.
Contraindicações incluem bloqueio atrioventricular de 2º ou 3º grau sem marca-passo, bradicardia grave, hipotensão grave ou choque, e insuficiência cardíaca descompensada com risco de deterioração hemodinâmica. Também não é recomendado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco. Pacientes com doença do nó sinusal sem marca-passo devem ser avaliados com cautela quanto ao uso.
Advertências são necessárias em casos de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, doença do nó sinoatrial ou em combinação com betabloqueadores, digoxina ou outros antiarrítmicos que deprimem a condução cardíaca. Em função hepática comprometida, pode ser necessária redução de dose e monitorização de função hepática. Durante a gravidez e lactação, a relação benefício_risco deve ser avaliada pelo médico, considerando possíveis efeitos sobre o feto e o lactente.
Interações farmacológicas relevantes incluem uso concomitante com β-bloqueadores, digoxina, amiodarona ou outros antiarrítmicos, que podem aumentar o risco de bradicardia, hipotensão ou bloqueio AV. Fármacos inibidores ou indutores do CYP3A4 podem alterar as concentrações plasmáticas do diltiazem, exigindo ajuste de dose e vigilância clínica. Pacientes devem ser orientados a informar todos os tratamentos em curso, incluindo fármacos de venda livre e suplementos.
Entre os eventos adversos mais frequentes estão tontura, cefaleia, rubor facial, edema periférico, fadiga, náusea e constipação. Hipotensão leve a moderada pode acompanhar o início do tratamento, especialmente em pacientes sensíveis ou na mudança de dose.
Outros efeitos incluem bradicardia, sensação de palpitação, congestão nasais e sensação de fraqueza. Em alguns pacientes, pode ocorrer exacerbação de insuficiência cardíaca com edema ou agravamento de dificuldade respiratória; sinais de alerta devem levar à avaliação médica imediata. Reações de pele raras, hipersensibilidade ou erupções cutâneas merecem atenção e suspensão do fármaco se houver suspeita de reatividade alérgica.
Como com qualquer esquema terapêutico que envolva depressão do nó AV, há risco de arritmias ou alterações de condução quando associado a outros agentes antiarrítmicos, exigindo monitorização clínica e eventual ajustes de dose. O seguimento médico é essencial para assegurar segurança, eficácia e adesão ao tratamento.">
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