

| Dosagem | Pacote | Preço por Dose | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| 0,25mg | 360 comprimidos | €0,78 | €281,56 Melhor Preço | |
| 0,25mg | 180 comprimidos | €0,81 | €145,12 | |
| 0,25mg | 120 comprimidos | €0,86 | €102,94 | |
| 0,25mg | 90 comprimidos | €0,91 | €81,85 | |
| 0,25mg | 60 comprimidos | €0,99 | €59,53 | |
| 0,25mg | 30 comprimidos | €1,17 | €34,72 | |
| 0,5mg | 360 comprimidos | €0,99 | €355,99 | |
| 0,5mg | 180 comprimidos | €1,04 | €187,29 | |
| 0,5mg | 120 comprimidos | €1,14 | €136,43 | |
| 0,5mg | 90 comprimidos | €1,24 | €111,62 | |
| 0,5mg | 60 comprimidos | €1,38 | €83,10 | |
| 0,5mg | 30 comprimidos | €1,65 | €49,60 | |
| 1mg | 360 comprimidos | €1,59 | €571,82 | |
| 1mg | 180 comprimidos | €1,74 | €312,57 | |
| 1mg | 120 comprimidos | €1,94 | €231,94 | |
| 1mg | 90 comprimidos | €2,13 | €192,25 | |
| 1mg | 60 comprimidos | €2,43 | €146,36 | |
| 1mg | 30 comprimidos | €2,94 | €88,06 | |
| 2mg | 360 comprimidos | €1,98 | €714,46 Popular | |
| 2mg | 180 comprimidos | €2,25 | €404,36 | |
| 2mg | 120 comprimidos | €2,56 | €306,37 | |
| 2mg | 90 comprimidos | €2,85 | €256,75 | |
| 2mg | 60 comprimidos | €3,45 | €207,14 | |
| 2mg | 30 comprimidos | €4,64 | €138,91 |
Aviso: Este folheto destina-se a informações gerais sobre o medicamento. Não substitui a orientação de um profissional de saúde. Em caso de dúvidas ou preocupações, contacte um farmacêutico ou médico.
Estudos sugerem que a dopamina desempenha um papel central no controlo dos movimentos; a doença de Parkinson envolve a degeneração de neurónios que produzem dopamina, o que pode levar a rigidez, tremor e bradicinesia.
Requip é o nome comercial do princípio ativo ropinirol, um medicamento classificado como agonista dopaminérgico. Atua ao imitar a dopamina no cérebro, ajudando a regular o movimento.
Princípio ativo: ropinirol. Forma farmacêutica típica: comprimidos de uso oral. Classe terapêutica: agonista dopaminérgico de recetores D2-like (não ergolino).
Propósito básico: melhorar os sintomas de Parkinson em estágio inicial a moderado e tratar a síndrome das pernas inquietas (SPI) quando indicado pelo profissional de saúde. A finalidade é reduzir tremores, rigidez e dificuldade de mobilidade, bem como diminuir a sensação de necessidade de mover as pernas associada à SPI.
Na doença de Parkinson, o ropinirol pode ajudar a reduzir lombalgia motor, rigidez e bradicinesia, contribuindo para uma maior capacidade de realizar atividades diárias. A melhoria é geralmente gradual e depende da titulação e da resposta individual.
A síndrome das pernas inquietas, quando presente, caracteriza-se por sensações desconfortáveis nas pernas com necessidade incessante de os mover, normalmente à noite. O ropinirol pode diminuir estes sintomas e melhorar o sono.
Além disso, o médico pode considerar o ropinirol como parte de um regime terapêutico combinado para controlar tremor, rigidez e dificuldade de coordenação. Em qualquer caso, o medicamento deve ser utilizado apenas sob orientação médica e com monitorização regular.
Não devem ser utilizadas outras indicações fora do quadro clínico aprovado sem recomendação do médico ou farmacêutico. A reação individual pode variar conforme comorbidades, idade e outros fármacos em uso.
O ropinirol age ao ligar-se a receptores de dopamina no cérebro, especialmente os subtipos D2, D3 e D4. Desta forma, funciona como substituto da dopamina em regiões com déficit, ajudando a regular o movimento.
Este mecanismo não é idêntico ao da dopamina natural, mas fornece uma estimulação dopaminérgica suficiente para reduzir sintomas de Parkinson e para melhorar o controlo motor em alguns indivíduos com SPI.
A ações terapêuticas são alcançadas de forma gradual; o efeito pode variar entre utilizadores, e a resposta clínica é avaliada ao longo do tempo pelo médico.
Não é um medicamento que substitui a função de todos os circuitos cerebrais envolvidos no sono, humor ou comportamento, pelo que devem ser observadas alterações em áreas distintas da saúde mental e do comportamento durante o tratamento.
O comprimido de ropinirol é tomado por via oral com água, geralmente uma ou duas vezes ao dia. A posologia precisa deve ser ajustada pelo médico com base na resposta clínica e na tolerabilidade.
Pode ser administrado com ou sem alimento; contudo, alterações alimentares súbitas podem modificar a tolerância gastrointestinal. Em caso de náusea ou desconforto, o profissional de saúde pode sugerir tomar o comprimido com uma refeição leve.
O regime de titulação é orientado pelo clínico para reduzir o risco de efeitos adversos iniciais. Nunca deve ser alterado sem aconselhamento profissional.
Se uma dose for esquecida, deve-se administrá-la assim que possível, a menos que já se aproxime a próxima dose. Não se deve duplicar a dose para compensar a esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação farmacêutica ou médica.
As contraindicações são condições sob as quais o medicamento não deve ser utilizado, ou devem ser avaliada com cautela. O ropinirol poderá não ser adequado em determinadas situações clínicas.
Em caso de dúvida sobre se a situação clínica atual se enquadra nas contraindicações, deve consultar o folheto oficial ou falar com um farmacêutico ou médico para instruções específicas. A decisão final depende da avaliação de risco/benefício pelo profissional de saúde.
Podem ocorrer tonturas ou desmaios, especialmente ao levantar-se. É importante manter-se sentado ou deitado se surgirem tonturas até que estes sintomas diminuam. A hipotensão ortostática pode aumentar o risco de quedas.
A sonolência, fadiga ou sono súbito durante o dia são efeitos comuns; conduzir ou operar máquinas pode tornar-se perigoso em determinadas situações. Evitar atividades que exijam alerta completo até conhecer a resposta individual ao fármaco.
Podem ocorrer alterações no humor, confusão ou alucinações, principalmente em idosos ou durante o início do tratamento. Alterações de comportamento, como impulsividade excessiva (jogo, compras, alimentação exagerada), podem aparecer; comunicar de imediato ao médico se ocorrerem.
O uso de álcool pode potenciar efeitos sedativos e tonturas. Qualquer modificação na medicação deve ser comunicada ao médico para evitar interações adversas. O acompanhamento clínico regular é recomendado para ajustar dose e monitorizar efeitos.
Entre os efeitos mais frequentes estão sonolência, tonturas, náuseas, constipação e inchaço nos membros. A maioria tende a diminuir com o tempo conforme o corpo se ajusta ao medicamento.
Podem ocorrer sonolência excessiva, quedas de pressão ou desmaios, especialmente ao início do tratamento ou com ajustes de dose. Em alguns indivíduos, sonhos vívidos, pesadelos ou alucinações podem ocorrer.
Outros efeitos comuns incluem secura da boca, enxaquecas, edema periférico e perturbações do sono. Em casos raros, pode surgir inflamação da pele, erupções ou reações alérgicas; procure atendimento médico se ocorrer erupção cutânea ou dificuldade respiratória.
Se ocorrer qualquer efeito adverso grave, ou sinais de reação alérgica, procure ajuda médica de urgência. O médico deverá ser informado de todos os sinais suspeitos para decidir sobre a continuidade do tratamento.
Podem ocorrer interações com outros fármacos que afectem o sistema nervoso central, como sedativos, ansiolíticos ou álcool, aumentando a sonolência ou o risco de quedas. A monitorização de funções vitais pode tornar-se necessária.
Não iniciar ou interromper nenhum medicamento sem consultar o médico ou farmacêutico. O profissional de saúde pode ajustar o regime de fármacos para minimizar interações indesejadas.
Alimentos ricos em proteína não costumam comprometer de forma significativa a absorção, mas alterações na dieta podem influenciar a tolerância ou a velocidade de absorção; manter consistência na dieta pode facilitar o ajuste terapêutico. Em caso de dúvidas, consultar o farmacêutico.
Não existem dados suficientes que garantam a segurança do ropinirol durante a gravidez. A decisão deve ser tomada com base no equilíbrio entre benefícios e riscos potenciais para o feto. Geralmente, a gravidez é desencorajada durante terapêutica com este medicamento.
Não se sabe ao certo se o ropinirol é excretado no leite humano. Por esse motivo, a amamentação não é recomendada durante o tratamento sem orientação médica específica.
Se a gravidez for planeada ou descoberta durante o tratamento, deve-se procurar orientação médica de forma célere para reavaliação terapêutica. Em crianças e adolescentes, o uso deve seguir estritamente a orientação de um médico.
A decisão sobre a continuidade do tratamento durante a gravidez ou lactação deve ser tomada por um profissional de saúde, com base no benefício clínico para a mãe e nos riscos potenciais para o bebé.
A resposta varia entre os indivíduos. Em muitas pessoas, melhorias graduais aparecem ao longo de semanas, com avaliação contínua pelo médico para ajustar a dose conforme necessário.
Se uma dose for esquecida, deve-se tomá-la assim que possível, a menos que esteja prestes a surgir a próxima toma. Não deve ser tomada uma dose dupla para compensar a esquecida; siga o horário normal a seguir conforme indicado pelo médico.
Pode ser tomado com ou sem alimento. Em alguns casos, tomar com uma pequena refeição pode reduzir desconfortos gastrointestinais. As alterações na dieta devem ser discutidas com o médico se houver dúvidas.
O álcool pode aumentar a sonolência e outros efeitos indesejados. O consumo deve ser moderado e discutido com o médico, especialmente se surgirem efeitos adversos.
A duração do tratamento depende da resposta clínica e da avaliação de risco/benefício pelo profissional de saúde. Recomenda-se acompanhamento periódico para decidir sobre continuidade ou ajuste terapêutico.
O uso a longo prazo pode ser apropriado para algumas pessoas, desde que haja monitorização regular. Qualquer sinal de efeitos adversos graves deve ser comunicado de imediato ao médico.
Podem ocorrer sonolência, tonturas ou distracções. A decisão sobre condução deve ser tomada com base na resposta individual ao medicamento, evitando atividades que exijam atenção plena até confirmar tolerância.
Movimentos involuntários ou comportamentos compulsivos devem ser reportados ao médico. Em alguns casos, pode ser necessário ajustar a dose ou interromper temporariamente o tratamento.
Não deve interromper-se de forma abrupta sem orientação médica, pois pode agravar os sintomas. O médico poderá propor uma redução gradual da dose para suspender o tratamento com segurança.
Podem ocorrer interações com outros medicamentos antiparkinsonianos. A decisão de usar em conjunto deve ser tomada pelo médico, que ajustará as doses e monitorizará efeitos adversos.
Caso ocorram sinais de alergia grave (por exemplo, dificuldade respiratória, inchaço ou erupção generalizada), deve procurar ajuda médica de urgência. A dificuldade em respirar ou inchaço requerem avaliação imediata.
O folheto oficial fornecido com o medicamento contém informações detalhadas sobre composição, indicações, contra-indicações, precauções, efeitos adversos e instruções de armazenamento. Recomenda-se a leitura atenta deste folheto.
Para esclarecimentos adicionais, deve consultar um farmacêutico ou médico. Estes profissionais podem adaptar as informações às circunstâncias clínicas individuais e esclarecer dúvidas sobre dosagem, duração do tratamento e monitorização necessária.
Em caso de dúvidas persistentes, nunca se recomenda a automedicação. Qualquer decisão terapêutica deve ser tomada com base na orientação de um profissional de saúde e no conteúdo oficial fornecido pela fabricante.
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